Sobre

Rebeca Porto sorrindo e fazendo um coração com os dedos

Eu sou a Rebeca

E, antes de ser psicóloga, professora ou mentora, eu sou uma pessoa curiosa, que gosta de entender gente, de conversar sobre a vida e de tentar descobrir por que a gente complica tanto algumas coisas que, olhando de fora, parecem tão simples.

Foi a Psicologia que me deu um jeito de fazer isso profissionalmente.

Hoje, meu trabalho passa muito por ajudar pessoas a entenderem o que está acontecendo com elas, principalmente quando aquela sensação de “eu não sei mais o que eu quero” começa a aparecer.

E acho que é justamente aí que a gente precisa conversar.

Mas deixa eu voltar um pouquinho…

Minha história com a Psicologia começou na faculdade, na Universidade Federal do Vale do São Francisco. Foi lá que eu me formei e, depois, fiz meu mestrado em Psicologia.

Desde então, fui descobrindo que trabalhar com Psicologia não seria sobre ter todas as respostas. Muito pelo contrário. É sobre aprender a fazer perguntas melhores e acompanhar pessoas enquanto elas tentam encontrar suas próprias respostas.

E a carreira entrou nessa história bem cedo. Ainda na faculdade, comecei a trabalhar com orientação profissional. Desde então, esse tema continua fazendo parte da minha trajetória e foi ganhando novos contornos ao longo dos anos.

Mais recentemente, esse caminho também me levou à mentoria de carreira, como uma possibilidade de acompanhar de forma mais estratégica quem está pensando em mudanças, escolhas e novos caminhos profissionais.

Hoje, atendo exclusivamente online. E gosto muito da possibilidade de conversar com mulheres que estão vivendo momentos diferentes, mas que têm algo em comum: em algum momento, perceberam que talvez precisem olhar para a própria vida com um pouco mais de atenção, pois sentem que se perderam em alguma esquina da vida.

Você não precisa ter todas as respostas.

Às vezes, antes de decidir o que fazer, a gente precisa entender melhor o que está acontecendo.

Sua vida não precisa ser uma lista de coisas para dar conta.

Tem uma diferença enorme entre estar vivendo e apenas funcionando.

Autonomia não significa fazer tudo sozinha.

Significa poder participar das decisões sobre a própria vida, inclusive pedir ajuda quando precisar.

A Rebeca que existe além do consultório

E sim, eu sou dorameira.

Eu gosto de dorama. Gosto mesmo. 😂

Gosto de histórias, de personagens, de reparar nas relações, nas escolhas, nas coisas que eles fazem e nas que eles definitivamente não deveriam fazer.

E talvez você encontre algumas dessas referências por aqui de vez em quando.

Mas os doramas são só uma parte de mim. Tem a Rebeca psicóloga, a professora, a mentora, a mulher que trabalha demais, a que gosta de ficar quieta em casa, a que se empolga com uma história e a que provavelmente vai mandar um “MINHA FILHA… MELHORE” enquanto comenta alguma situação absurda.

No fim das contas, eu gosto mesmo é de gente. De histórias. De entender o que existe por trás do que a gente mostra.

E tem mais algumas coisinhas que você precisa saber sobre mim…

Sou psicóloga, mas não tenho resposta pronta para tudo. E, sinceramente, ainda bem. Acho muito mais interessante ajudar alguém a construir uma resposta que faça sentido para ela.

Dou aula e gosto muito de ensinar. Talvez por isso eu tenha essa mania de querer explicar as coisas até aquele “aaaaah, agora entendi”.

E acredito muito em autonomia. Não naquela versão “você é forte, se vira”. Na versão em que você consegue fazer escolhas sobre a própria vida sem precisar viver em função do que todo mundo espera de você.

Se você chegou até aqui…

Talvez esteja procurando alguma coisa.

Entender por que algumas coisas já não fazem sentido... Um espaço para se escutar melhor… Coragem para fazer uma mudança… Ou simplesmente alguém com quem conversar sem precisar fingir que está tudo bem o tempo inteiro.

Seja qual for o motivo, fica à vontade por aqui.

Talvez a gente tenha uma boa conversa pela frente.